Ana Luiza Koehler é uma porto-alegrense formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFRGS, e que desde muito cedo pegou gosto pelo desenho e se encantou pelos antigos prédios e fotos da cidade. Trabalha desde os 16 anos com ilustração para livros, e sua grande paixão é contar histórias por meio de histórias em quadrinhos, tendo colaborado com editoras como as francesas Daniel Maghen, Soleil, a brasileira Darkside e a estadunidense Vertigo, entre outras. Fez sua pesquisa de mestrado investigando os antigos becos de Porto Alegre e como poderia recriar esses espaços por meio do desenho, trabalho que resultou nas histórias em quadrinhos Beco do Rosário (Editora Veneta, 2020) – primeira HQ indicada como leitura obrigatória no vestibular da Fuvest, em 2026 – e, posteriormente, Viaduto (Editora Veneta, 2023).
Acompanhe o site da autora:
analuizakoehler.com
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Comunicadora de formação, construiu sua carreira como designer gráfica, mas mantém a ilustração como paixão. Mambembe e Acrobata foram suas primeiras histórias a ganharem vida, em 2017 e 2016, respectivamente. Planeja se dedicar à escrita no futuro, pois ainda tem muito para contar. Instagram: @arianerauber
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Musicista, compositora e produtora de rock. Nascida em 1986 em Buenos Aires, na Argentina, começou a colecionar discos, cds, fanzines e revistas sobre música aos 13 anos, quando comprou a primeira guitarra. Aos 18, abraçou a carreira musical profissionalmente e já foi indicada ao Grammy latino duas vezes. Em 2018, produziu o podcast Mostras del rock, que deu origem ao livro, já lançado na Argentina, na Espanha, no México e agora no Brasil. Com a rádio Futurorock e o selo feminista Goza Records, participa de atividades vinculadas à inclusão e à equidade de gênero na cena musical. Em junho de 2023, lançou seu mais recente álbum: El final de las cosas.
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Vive em Santa Maria (RS) e é quadrinista, ilustrador e muralista. Publica desde 2016, quando lançou com o coletivo MAZE a HQ Ciclo. Participou das coletâneas Space Opera, Periferia Cyberpunk e Na Quebrada – Quadrinhos de Hip Hop. Todas essas obras foram lançadas pela editora Draco. A graphic novel Black Moon, em parceria com o escritor Duda Falcão, está no prelo.
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Nasceu em Estocolmo, na Suécia, em 1970. Desde 2000, produz histórias em quadrinhos de perfil autobiográfico e com vivências da sua adolescência. Influenciada pelo universo musical do punk e do pós-punk, é autora, entre outros títulos, de Jag är ditt fan in i döden, “Sou sua fã até a morte” (2010), em que um grupo de amigos fãs de The Cure sonha em encontrar o vocalista da banda, Robert Smith, e Mörkt álbum, “Álbum sombrio” (2020), no qual retoma a produção de quadrinhos após passar por um período difícil. Atualmente vive na cidade de Malmö e, na maior parte do tempo, em uma casa no meio da floresta em um lugar da Suécia chamado Småland.
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Com suas cores em mais de trezentas edições de quadrinhos publicados no mercado estadunidense, Cris completou vinte anos de carreira em 2024. Trabalhou com editoras como Marvel, DC Comics, Dark Horse, entre outras. Foi indicada ao Prêmio Eisner em 2012 e 2019; ganhadora do Troféu HQMix nos anos de 2016, 2017 e 2018 e do Troféu Angelo Agostini em 2019. Em 2014 publicou seu primeiro livro como autora: O uso das cores, com uma abordagem simples e direta sobre a teoria das cores. Continua a colorir quadrinhos para o mercado internacional ao mesmo tempo que busca seu sonho de ser autora, registrando essa busca em seu canal no YouTube. Instagram: @crispeterstudio
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Nascido em Porto Alegre (RS) em 1996, Dieferson Trindade é autor independente, já tendo publicado uma dezena de quadrinhos desde o início da carreira, em 2016, quando estreou com Cornos. Suas publicações mais recentes são Mudança (2022) e Ugrito 31: Os pássaros (2023, Ugra Press). Para saber mais sobre seu trabalho, visite: Instagram: instagram.com/dieferson.trindade Twitter: twitter.com/die_trindade
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Nascido em 1999, Djeison é designer, escritor, diretor de vídeo e músico gaúcho. Sempre incorporando metalinguagem, fantasia e humor ácido como forma de discorrer sobre os temas de suas histórias, já publicou Dissabores e O vigilante do centro histórico, além do livro de contos Café delgado. O colecionador é seu primeiro lançamento por editora. Instagram: @el.geiso
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Érico (Brasília, 1991) é graduado em artes visuais pela UFPel, trabalha como ilustrador e quadrinista. Entre suas obras de maior destaque estão Gosto estranho, publicação independente, O novo Wilson Lanchão, publicado pela Escória Comix, e revista BAFO, onde também atua como editor e produtor.
Instagram: @ericonoronha
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Felipe (Brasil, 1996) é artista visual e ilustrador. Em suas obras, propõe imaginários que dialogam com vivências periféricas na Grande Porto Alegre usando elementos de nostalgia, infância e cotidiano. Por meio de desenhos digitais, incorpora referências visuais de videogames antigos e ilustrações de livros infantis. Participou de exposições em espaços como Galeria Gazzebo, Casa de Cultura Mário Quintana, Espaço Força e Luz e integrou a 14ª Bienal do Mercosul. Vive em Porto Alegre.
Instagram: @felipe.veeck
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Fred Rubim é quadrinista, ilustrador e designer gráfico nascido em Porto Alegre (RS). Além disso tudo, também se arrisca na música e integrou pelo menos duas bandas: Herói e Brinquedo velho. Estreou nos quadrinhos em 2016, em 2020, teve o primeiro título publicado nos EUA. Fred também é o responsável pela arte de Os sussurros do caos rastejante, graphic novel que faz parte da Coleção Cthulhu, do Jovem Nerd – O projeto adapta o cultuado Nerdcast RPG baseado na obra de H.P. Lovecraft. Para saber mais sobre seu trabalho, visite: @fredrubim_art
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Gabriel (Sapucaia do Sul, 1997) é bacharel em artes visuais e estuda para se tornar professor de artes. Influenciado por animações, quadrinhos e mangá, começou a desenhar e nunca mais parou. Percebeu-se como artista quando começou a fazer encomendas de desenhos, e isso o direcionou primeiro para o curso de arquitetura e finalmente para o curso de artes. Hoje, mora em Porto Alegre, está começando sua experiência como professor e segue visitando Sapucaia sempre que possível.
Instagram: @andradie
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Bulbo (São Leopoldo, 1997) é artista transmasculino e multidisciplinar. Sua produção traz a dissidência de gênero e o horror corpóreo como forma de reconhecimento do eu, as implicações grotescas de habitar um corpo e a transformação intencional de si. Em sua pesquisa, apropria-se da linguagem narrativa de quadrinhos e fanzines, entre textos soltos, pintura, tratamento digital de imagem e gravura. Instagram: @bulboraquidiano
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Julia Hauser, Guti, é artista visual de Porto Alegre (RS) e faz história em quadrinhos desde 2017. Seu trabalho aborda temas autobiográficos como autoestima, relacionamentos interpessoais, crítica social e seres fantásticos em contraste à condição ordinária do bicho humano, sendo sempre permeado por humor ácido e de tiozão. Guti também participou da exposição “Lupi: pode entrar que a casa é tua”, no Farol Santander, em Porto Alegre, já publicou na revista Mina de HQ e disponibiliza suas tiras e histórias para o público principalmente em seu instagram: https://www.instagram.com/guti.guti.guti/
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Curadora independente e pesquisadora no campo das artes visuais e da música. Curadora das exposições “Lory F. – Você vai ser obrigado a me escutar” e “Zênite Rock – A Psicodelay de Plato Divorak”. Curadora na escolha dos “100 Grandes Álbuns do Rock Gaúcho”, livro de Cristiano Bastos e Rafael Cony. Bacharela em Biblioteconomia pela FABICO/UFRGS (2004). Trabalhou nos acervos da Cinemateca Capitólio e Otto Desenhos Animados. Desde 2017 é graduanda do curso de História da Arte pelo IA/UFRGS, onde atuou como organizadora de acervos nos projetos “Acervo Bibliográfico e Arquivístico Herbert Caro: um patrimônio a conhecer” e “Arte, Cultura, Memória e Patrimônio: Acervo Tasso Corrêa”, ambos sob orientação da Profª. Drª. Paula Ramos. Pesquisadora no Projeto de Digitalização do Acervo Documental do Museu de Artes do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS). Professora no Atelier Livre de Porto Alegre com o curso teórico de História da Arte Moderna e Contemporânea “Do Pôster ao Disco de Vinil”, realizado em 2023.
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Residente de Sapiranga (RS), Juliano é um artista versátil e inquieto. Ao longo dos seus 38 anos, já se aventurou como tatuador, diagramador e hoje trabalha como desenvolvedor indie de jogos. Recentemente, resolveu ingressar no mundo dos quadrinhos, sendo O colecionador sua estreia como colorista. Instagram: @julianodalbem86
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É formada em Cinema pela PUC-Rio e mestre em Teoria da Literatura pela UERJ. Vive no Rio de Janeiro e divide seu tempo trabalhando no mercado editorial e publicando quadrinhos. É autora das coletâneas de tiras (quase) autobiográficas Grandes esperanças, Só dói quando eu respiro e Meu primeiro FIQ, e dos zines sobre mitologia grega Apolo e Dioniso e O Rapto de Pitoniso. Também publicou Pequena livraria de horrores, com três histórias curtas de comédia e terror, e Música triste – vol. 1, indicado ao Troféu HQMIX 2023 como Publicação de humor, que aborda o papel da música na história de nossas vidas.
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Desenhista autodidata que, depois de estudar arquitetura e artes, escolheu se dedicar às histórias em quadrinhos. Publicou seus primeiros trabalhos autorais em 2011, no blog divididomaco.blogspot.com, que mantém até hoje. Nascida em Montevidéu, no Uruguai, em 1987, já publicou em diversas revistas e periódicos ao longo dos anos, tanto para crianças e adolescentes quanto para adultos. Já lançado no Uruguai, na Argentina e na Espanha, Aloha é seu primeiro livro traduzido e editado no Brasil.
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Nasceu em 1962, em Porto Alegre, Brasil. Graduada em Artes Plásticas e doutora em Letras, atua como artista plástica e gráfica, escritora, com produção em artes e literatura, ilustração e quadrinhos. Trabalhou quinze anos como cenarista de animação para a Otto Desenhos. Atualmente é professora do Departamento de Artes Visuais, no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Entre diversas homenagens, foi premiada com o Jabuti por Heroísmo de Quixote, e com o Açorianos por Os sapatinhos vermelhos e Cinderela, uma biografia autorizada. Recebeu o Prêmio Minuano de Literatura, categoria Mulheres de Literatura, em 2022.
Site da autora: www.mastroberti.art.br
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Artista plástica, quadrinista e desenhista. Nasceu em Quito, no Equador, em 1977, mas cresceu entre Cali e Medelin, na Colômbia, onde se graduou em artes. Já viajou o mundo e viveu em Paris, Sydney, São Salvador, Bogotá e Buenos Aires, mas suas obras são atravessadas por muitas outras cidades. Publicou tiras mensais, fanzines e livros, entre eles Vírus Tropical (que virou animação), QP e Todas as bicicletas que eu tive, lançados no brasil pelas editoras Nemo e Lote42. Vive em Buenos Aires e faz parte de La casa telepática, sempre na luta para que as deusas do desenho ocupem todos os espaços possíveis.
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Um dos principais autores alemães de quadrinhos, Kleist nasceu em 1970 na cidade de Hürth (Colônia, Alemanha) e, desde 1996, trabalha e vive como ilustrador e quadrinista em Berlim. Ele ganhou notoriedade com a graphic novel Lovecraft, em 1994, e se tornou internacionalmente conhecido com a publicação da HQ Johnny Cash — uma biografia, em 2006 – trabalho que chegou a ser indicado ao prêmio Eisner, um dos mais importantes prêmios da cena nos Estados Unidos. Kleist também recebeu o prêmio alemão de literatura infantil pela HQ O Boxeador, em 2013. Em 2018, recebeu o prêmio Max-und-Moritz – o mais prestigioso da Alemanha – de melhor quadrinista.
Atualmente, tem suas obras traduzidas para diversos idiomas e segue produzindo com regularidade. Seu trabalho mais recente é uma biografia em quadrinhos de David Bowie. Além das HQs, Kleist ilustrou vários livros, capas de discos e DVDs e colaborou para as publicações Süddeutsche Zeitung Magazin, FAZ e ARTE, entre outras. Ele costuma ministrar oficinas e palestras em todo o mundo.
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Ron Selistre (Porto Alegre, RS) é autor de Guitar City, Underground, Utopolis e Contos do Darkside Café, escreve no blog Le Batphomet (no Medium), mantém um portfólio de ilustração no Behance e é ex-vocalista e guitarrista do DamnLaser Vampires.
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Sarah (Canoas, 1999) é estudante de artes visuais na UFRGS e tecnóloga em design gráfico pela Uniritter. Concebe e executa visões criativas para produções, atuando por meio da direção de arte, criação gráfica e captura de imagens que complementam suas produções visuais. Alguns de seus projetos incluem a criação de artes de capa, cenografia e planejamento visual na área da música. Arte-educadora em formação, trabalha a interdisciplinaridade a partir das diversas experiências que circundam o campo criativo. Instagram: @ssarahes
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Graduado em Desenho Industrial pela UFSM, Thiago publica histórias em quadrinhos de forma independente desde 2015. Em 2018 publicou o primeiro quadrinho por uma editora, Abandonados pelos deuses: Sigrid, e ilustrou a adaptação para livro infantil das tirinhas Sofia e Otto, criadas por Pedro Leite. Acompanhe Thiago no Instagram: https://www.instagram.com/thiagokrening/
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Wender (Canoas, 1990) trabalha como produtor cultural desde 2007. Dirigiu os documentários This is Canoas, not POA! (2021), Ensaios sobre uma cidade (2024) e Um filme de BR (2025). Junto com Érico Noronha, lançou a HQ Gosto estranho. Também toca baixo nas bandas Mal dos Trópicos, Assombroso Mundo da Natureza e Paquetá. Instagram: @wenderzanon
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